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Nos finais do século XVIII, Daniel Gildemeester, então cônsul da Holanda em Portugal, adquiriu uns terrenos de «ginjais e serrados» no termo de Sintra, onde fez erigir um edifício de recorte classicizante e dependências várias. Em 1800, a Quinta de Seteais foi comprada por D. Diogo de Noronha, V Marquês de Marialva, que acrescentou ao conjunto o corpo oriental, igualmente de inspiração neoclássica. |
Mais tarde, comemorando uma visita do Príncipe Regente D. João e de D. Carlota Joaquina, encarregou Francisco Leal Garcia de projectar e construir um soberbo arco triunfal que uniu os dois edifícios. No interior do Palácio de Seteais, hoje adaptado a hotel, destacam-se os magníficos frescos, de linhas puras e intenso cromatismo que revestem algumas salas, atribuíveis ao célebre pintor Jean Pillement. Nas traseiras do Palácio, rasga-se, em socalcos, um jardim de buxo, de onde se domina deslumbrante paisagem, abarcando, desde o Oceano, até aos confins da planície saloia.
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