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Matinha de Queluz

Com o propósito de incrementar o conhecimento sobre a Matinha de Queluz e o tanto que lá mora, convidando a que sejam mais a visitá-la, a Câmara Municipal de Sintra promoverá, em colaboração com o Parque Natural Sintra-Cascais, visitas mensais lideradas pela Engª Helena Luís.

Serão 2 as visitas mensais dirigidas ao público em geral, com lugar na tarde do 2º sábado e na manhã do 3º domingo de cada mês, entre Maio e Outubro, e 4 as dirigidas às Escolas e outras instituições, com lugar na 1ª e 3ª Sexta-Feira de cada mês, em regime de 2 de manhã e outras tantas à tarde.

Num percurso de sensivelmente 1H30, serão abordados os seguintes temas: perspectiva histórica da Matinha; importância ecológica da Matinha enquanto ecossistema sensível de conservação prioritária; o clima e o solo; espécies autóctones/ espécies invasoras; a flora mais representativa; as aves e os mamíferos da Matinha.

Haverá ainda a possibilidade de opção por percursos temáticos distintos:
- O Sobreiro (“Viagem no Sobreiro – como respiram e se alimentam as árvores”)
- A vida no solo (“Fauna do solo – o que é?”)
- Os cogumelos nas florestas de Quercineas (“Porque são importantes os cogumelos e como surgem?”)

Infs.: 21-912 93 97 (Gabinete da Vice-Presidência)
Marcações pelo tel.: 96-946 19 34 (Engª Helena Luís) ou através do mail: lena_luis sapo.pt

 

Horário de Funcionamento:
Das 8H00 às 19H00, de Março a Junho
Das 8H00 às 20H00, de Julho a Setembro
Das 8H00 às 18H00, de Outubro a Fevereiro

 


Caracterização:

Pequeno espaço florestal murado, inserido na malha urbana da cidade de Queluz, a Matinha engloba um conjunto de vegetação espontânea, considerado um testemunho residual da formação vegetal que cobriria a zona em tempos antigos.
Ecossistema sensível de conservação prioritária, é igualmente considerada um povoamento relíquia de sobreiros e outra vegetação natural, sendo entendida, no meio científico, como uma potencial reserva genética.

Tendo-se tornado propriedade da Casa Real após a restauração de 1640, com a construção do Palácio de Queluz, iniciada em 1747, tornou-se num espaço destinado à caça e à realização de touradas.

Em 1975 foi cedida pela Direcção Geral da Fazenda Pública à Direcção Geral dos Serviços Florestais e Aquícolas, e em 1986 um despacho ministerial reconheceu-lhe aptidões de recreio e lazer e integrou-a no então Serviço Nacional de Parques, Reservas e Conservação da Natureza, actual Instituto da Conservação da Natureza.

O protocolo assinado em Abril de 2006 entre esse Instituto e a Câmara Municipal de Sintra, celebrado no âmbito da salutar colaboração institucional entre entidades públicas, conferiu à autarquia a manutenção e beneficiação da Matinha de Queluz, bem como ainda a gestão do uso do espaço para aí promover actividades relacionadas com a vocação da área em causa, incrementando a sua fruição por diferentes públicos.

 




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