As origens da Quinta da Madre de Deus remontam a 1729, quando o Chantre da Basílica Patriarcal de Lisboa, D. Filipe de Sousa, adquiriu a propriedade ao Convento da Santíssima Trindade do Arrabalde. De cor rosa escuro, a construção setecentista é um modelo de raízes rústicas, mas a importância dada pelo proprietário à capela veio a criar um ornamento mais erudito. Perdura a utilização da alvenaria para os efeitos decorativos, nomeadamente o remate do portão de entrada, efeito de mascarões sobre as janelas do pátio e remate barroco ondulante coroando a entrada da capela. No interior do templo pode-se apreciar um excelente painel de azulejos de meados do século XVIII, com motivos marianos.
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